-----------------Quarto dia - 06/01-----------------
///Duas coisas já ficaram claras em relação a nossa estadia em Montevideo: 1- Nosso primeiro dia foi inútil em termos turísticos tradicionais. Não diria uma perda de tempo, porque nada numa viagem como essa é uma perda de tempo. Até mesmo nossos maiores erros de planejamento estratégicos ainda são experiências interessantes e desconfio que esse não seja o único equívoco. 2- Viemos num período ruim em termos populacionais. O Uruguai já é não é o lugar mais populoso que se possa conhecer, ainda mais em pleno feriado. Nosso planejamento de estadia em Montevideo incluiu uma véspera de feriado, um feriado (Dia de Reys) e um fim de semana. Só faltou passar aquele rolinho de grama por onde passávamos.
///12h saímos da Escuela de Rock. Não deu tempo de nos tronarmos rock star, mas tomamos um belo café da manhã reforçado. Pegamos um taxi até o próximo albergue que fica no Centro bem perto de Ciudad Vieja. Para quem pensou que esbanjamos com o taxi, não é bem assim. O taxi aqui é muito barato e dividindo entre três se torna até melhor que ônibus muitas vezes. Sem contar que andar com cerca de 400 quilos nas costas de ônibus não é uma experiência das mais agradáveis, apesar do meu fetichismo evidente com a mochilada.
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//Finalmente chegamos ao segundo albergue chamado “Piedras de Afilar.” No caminho à nossa segunda morada nessa cidade deserta tive medo que fosse um lugar... digamos... mais certinho. Não podia estar mais enganado. O albergue é maravilhoso. Sua decoração é algo meio hippie/indiano/psicodélico não é cansativa aos olhos e mesmo no aparente caos de cores e objetos, de alguma forma aquilo tudo tem uma área de paz e tranquilidade estonteante. Nós três gostamos de cara do lugar.
///Depois de curtimos um pouco nossa nova morada fomos finalmente turistar pela histórica Montevideo...
///Nesse momento tenho relatar o drama pessoal de nossa companheira de aventuras Anne. Não sei se foi alguma promessa secreta que ela não nos revelou, ou ela está pagando por algo que fez contra o universo, mas o fato é que desde que chegamos ao Uruguai ela deu topadas em todos os lugares que visitamos. Hoje foi o ápice de seu fardo pessoal. Enquanto lerem meu relato e verem as fotos, imaginem que a cada duas linhas ela chutou pelo menos cinco lugares diferentes... Imediatamente me lembrei que isso já aconteceu com outra pessoa próxima numa viagem junto. Juan passou por isso em São João del Rey, onde surgiu o bordão: “Cai não Juan.”
///Continuando... Caminhamos até a região do Porto de Montevideo onde pretendíamos almoçar no Mercado do Porto. Porém, pelo feriado, a cidade estava tão vazia que ficamos com medo de não encontrar nada aberto por lá. Paramos no primeiro Burger King que encontramos. Não é uma lanchonete barata, mas não é mais cara que qualquer outro lugar nessa cidade. A não ser pela carne de primeira uruguaia, não vejo muito diferença entre comer um hambúrguer e comer um prato sem feijão e arroz.
///Tudo em Ciudad Vieja é perto e fácil de ir a pé, mas ainda assim são boas caminhadas. Andamos até o porto ouvindo o som de nossos passos. Volto a repetir que quem não vê pobreza em Montevideo caminha de olhos fechados. Na capital é uma pobreza bem menos com a que estamos acostumados, mas ainda assim é visível. Nessa zona portuária vimos o que nos lembrou dos velhos cortiços do centro da cidade do Rio, além de um comércio que de nada tem haver com aqueles usados pelas camadas mais ricas de Montevideo, nem com o comércio turístico. O mercadinho, o faz-tudo e etc. Topamos com alguns moradores de rua também, mas desconfio que isso seja pelo fato do Kiko atrair maluco em qualquer lugar do planeta.
///Também são muito frequentes as pichações e cartazes políticos de todos os tipos, principalmente nessa zona portuária. Acho que o Kiko não gostou do meu comentário sobre as centenas de frases de grupos anarquistas escritas nos muros: “Isso que é trabalho de base!”. Poxa,... Foi um elogio.
///Chegamos ao Mercado do Porto e constatamos que ele estava aberto, por se tratar de um ponto turístico importante da cidade, deveríamos ter imaginado. Percebemos também que a comida era tão cara quanto em qualquer outro lugar, portanto em termos financeiros não foi tão problemático assim o Burgue King. Claro que sentimos falta de experimentar, mais uma vez, uma típica carninha uruguaia.
O entorno do Mercado do Porto é muito bonito. Como a maioria dos centros históricos, havia muitos prédios de arquitetura colonial. Ao lado do porto há um imponente prédio onde fica a sede das Fuerzas Armadas de Uruguay. Reverenciamos essa gloriosa instituição que, como todas as outras forças armadas da América Latina, merecem todo esse respeito por conta da sua história jamais esquecida.
Seguimos o caminho dos principais monumentos e praças, a maioria era em referência a Independência, mas havia algumas coisas a respeito resistência à ditadura militar. As construções e monumentos que estavam fora do circuito principal estavam bastante deterioradas, diferente daquelas mais visitadas.
Um dos monumentos relativamente abandonados era em homenagem a um personagem conhecido da história brasileira. O Che Guevara da luta republicana do século XIX, Giuseppe Garibaldi. Não sabia que ele havia lutado também por aqui. Passamos também na Plaza Zabala, (homenagem ao fundador da cidade de Montevideo), Plaza Matriz onde o mais interessante era o prédio do cabildo onde os criollos (elite das colônias espanholas) da região organizaram a independência e por fim e lindíssima e imensa Plaza Independencia. Além de um monumento impressionante em seu centro, ao redor tem duas construções muito interessantes: O portal de entrada de Ciudad Vieja, o prédio do executivo, ali próximo tem o lindíssimo Teatro Solis e no início da principal avenida da cidade (18 de Julio), tem o prédio que já foi o maior da América do Sul, com sua arquitetura imponente.
///Especificamente no Portal de Ciudad Vieja venta mais forte que no resto da cidade e de forma constante. Claro que isso tem uma explicação lógica: Ao entrar em Ciudad Vieja você ultrapassa um portal espaço-temporal que fica no meio termo do passado, presente e futuro. O vento forte é nada mais nada menos que a força dos espíritos guerreiros do passado em confronto constante com os soldados do futuro. Contra fatos não há argumentos,...
///Curto muito esses passeios digamos turísticos tradicionais, mas me faz pensar o quanto ignoramos das referências históricas que passamos todos os dias em nossas cidades. No Rio, mas também em Niterói. Os prédios históricos do centro de Niterói são tão destruídos e mal utilizados que ignoramos veementemente.
///A temperatura se tornou muito mais agradável o que me faz retirar qualquer comparação em relação ao Rio de Janeiro. Um vento fresco transforma o sol forte em algo bem aceitável e as vezes até frio.
///Para a janta decidimos fazer nossa própria comida. Com isso entende-se Anne fazer nossa própria comida, enquanto eu e Kiko dávamos um essencial apoio moral psicológico. Fizemos compras num mercado próximo e fomos para casa.
///Nesse momento quero uma ajuda de vocês: Anne iria fazer para nós um dos pratos mais gostosos de seu menu, macarrão à parisiense. Aqueles que sabem e os que não sabem poderão nos auxiliar agora. Vejam nossa lista de compras e me diga o que está faltando:
(Presunto, Creme de Leite, queijo ralado, alho e cebola).
///Bom, se você disse que faltou o óleo você acertou, mas é tão retardado como nós três. Estava eu deitado na cama de baixo de beliche e Anne na de cima descansando antes de cozinhar quando ela disse: “Ih Renan! Esquecemos o óleo...”, “É mesmo... que droga...”. Passam alguns minutos e a voz dela volta a vir de cima desta vez com um sorriso preso: “Renan,... Esquecemos o macarrão!!!” Isso mesmo meu povo. Quase fazemos um Parisiense, ao invés de um Macarrão à Parisiense. Apesar desse detalhe, corremos e compramos tudo a tempo e nossa querida chef fez um jantar maravilhoso.
///Ao anoitecer eu e Kiko saímos em busca de algum barzinho. Anne não foi conosco porque a idade pesou e ela não se animou de sair de sua quente e confortável cama para se aventurar conosco pelas ruas desertas da capital do Uruguai. Já é sabido entre aqueles que convivem com essa linda menina que após comer todas as energias de seu corpo são direcionadas à digestão e ela praticamente desliga.
///Aqui próximo existem diversos bares, sendo um deles o Fun Fun o bar mais tradicional da cidade fundado em 1895. Lá estava tendo um pequeno show de Tango e no bar em frente havia um show de músicas tradicionais uruguaias, ambos bem cheios. Como eu e Kiko temos um gosto muito refinado quando se trata de nossas saídas à noite (o que é evidente pelas nossas escolhas no dia a dia em Niterói) acabamos ficando no único bar vazio do entorno onde podíamos sentar em cadeiras de plástico do lado de fora e ainda podíamos escolher nossa própria canção numa máquina de músicas (juke box).
///No fim desta noite resolvemos beber nosso último copo de cerveja às margens do Rio de la Plata. Então ocorreu algo que mostra como esta cidade é maravilhosamente provinciana, apesar de ser a capital do país. Quando eu pedi um copo descartável e dona do bar disse que não tinha, mas que eu podia levar seu copo de vidro. Há nisso uma vontade muito grande em agradar o turista que eu encontrei muito por aqui, mas também um pensamento não comercial/produtivo/empreendedor que deixou eu e Kiko emocionados e fechou com chave de ouro nosso dia.
------------------Quinto dia – 07/01---------------------
///Quando comecei a planejar essas aventuras, no início do ano passado, chamei algumas poucas pessoas e dessas, eu sabia que talvez só o Kiko fosse comigo. Uma força maior no universo (Gandalf) intercedeu por nós e pôs a Anne na minha vida. Na manhã do quinto dia eu e Kiko fizemos algumas compras rápidas (corretas dessa vez) e ela preparou um strogonoff maravilhoso que foi completamente devorado em poucos minutos.
///Sinto que nossa capacidade de comunicação vem evoluindo significativamente nesses dias. Comprovei algo que ouço a anos, que nós entendemos o espanhol muito melhor que eles entendem o português. Tirando algumas pessoas pontualmente, eles nem se preocupam em falar mais devagar, mas isso não tem sido um grande empecilho. Hoje, depois do almoço, eu fui me arrumar para sair e um Argentino puxou assunto comigo. Depois de quase cinco minutos de conversa percebi que ele estava falando em português e eu em espanhol, rapidamente mudei a função linguística do meu cérebro e prossegui conversa.
///Nesse momento nossos caminhos iriam se separar... Pelo menos por algumas horas. Kiko iria procurar seus iguais uruguaios na Federación Anarquista de Uruguay e eu, como devoto rubro-negro carioca, fui fazer uma peregrinação rumo ao Estádio Centenário, construído em 1930 para abrigar a Copa do Mundo (que o país venceu), recebeu esse nome devido ao centenário da Constituição Uruguaia e, mais importante de tudo, onde o Clube de Regatas Flamengo conquistou a Libertadores de 1981. Para você completar esta peregrinação você deve ser um flamenguista de verdade e será testado pelas forças ocultas rubro-negras durante seu caminho ao templo. Comigo, essas forças abusaram e me testaram de forma perturbadora. Eu estava caminhando ao lado da Anne, que vestia sua infeliz camisa cruz maltina, quando um infeliz sem família, um sujo mal amado, uma escória viva gritou em nossa direção: “Vasco! Vasco!”, Anne virou já com aquele sorriso de orelha a orelha e eu previ meu sofrimento para o resto da viagem naquele sorriso. Para piorar, o uruguaio sem Zico no coração começa a cantar o hino do Vasco, que é acompanhado pela minha companheira de viagem. Esse país perdeu meu respeito. Me senti sujo, violado. Como podia isso acontecer logo no caminho ao templo onde conquistamos a América? Então eu soube que aquilo era um teste. Ergui a cabeça, ignorei as provocações baratas de Anne e prossegui em minha jornada espiritual.
///Finalmente cheguei ao lugar de nossa histórica conquista e, como tudo na cidade, estava fechado. Assim que saltamos do taxi encontramos um atleticano paranaense que disse que logo ali atrás você podia falar com um homem que te deixava entrar por 50 pesos. Rodamos o estádio todo para percebermos que o maldito paranaense estava apenas curtindo com nossa cara. Se eu passasse por ele de novo, o que infelizmente não ocorreu, gritaria: “Ão ão ão, segunda divisão!”.
///Me ajoelhei perante a placa do Centenário que fica logo abaixo da torre e cumpri minha tarefa como flamenguista. Mesmo com o museu do futebol e as entradas fechadas, foi um passeio que valeu a pena. A região do estádio é ampla e bem planejada. Tiramos fotos num momento à Copa do Mundo e em um grande monumento ao povo gaúcho que habita o Cone Sul. Esse último tinha até alarme e segurança para protege-lo.
///Depois disso Anne quis conhecer o Montevideo Shopping, o maior da cidade. Sua arquitetura é bem bonita, apesar de prejudicada por um imenso Mc Donald construído bem em frente ao edifício. O shopping em si é do tamanho do Plaza.
///Na volta, já com nosso querido amigo Kiko, que bateu com a porta na cara na FAU (que falta de respeito!), comemos o famoso choripan em um dos podrões altamente recomendados pelo André. É realmente um sanduíche bem gostoso e vale a pena.
///Eu e Kiko então voltamos a Plaza Independencia para iniciar um projeto de vídeo que ficará pronto só quando chegarmos em casa. Uma cena lá resumiu bem nosso sentimento. Um casal se aproxima de nós e diz: “Tu pode é... tirar... não.. sacar uma fueto.. para nos... nosotros?” e o Kiko prontamente responde: “Si!”. “Porra Kiko!” Eu intervi, “Não tá vendo que eles são brasileiros!”. O casal riu e falou que parece que aqui tem mais brasileiros que uruguaios. Realmente parece. Ainda mais se tratando de um fim de semana pós feriado. Outra coisa interessante sobre a presença brasileira é quantidade de lugares que aceitam o real, quase tanto quanto o dólar ou até mais. Pegamos um taxi que na carteira do motorista tinha quase tanto real quanto pesos.
///De noite o pessoal da pousada fez um churrasco (azado) que foi bem legal pela interação com pessoas de vários países da América Latina, mas eu sinceramente não aguento mais carne. A perspectiva de ir para Argentina e continuar me enchendo de carne me dói no fundo do estômago. Já o Kiko comeu como se nunca tinha visto comida na vida, o que não foi uma novidade. Depois de lá, nós três fomos à uma cervejaria na 18 de Julio. O chopp que tomamos não foi melhor que as porcarias aguadas que tomamos em Niterói. Acho que sairei de Montevideo sem ter conseguido realizar a maior recomendação do André sobre a cidade: “Tome o chopp na caneca gigante, é maravilhoso.” Não achamos esse lugar.
///Na hora de dormir enfrentamos um exército invencível de mosquitos super crescidos. Tivemos que tirar da mala nossos repelentes bem antes do tempo que esperávamos. O calor dentro do quarto também complicou, mas isso por que tinham fechado a janela, pois o vento lá fora era quase frio.
///Então é isso. Na próxima postagem será nosso último dia em Montevideo e a partida para a histórica Colônia de Sacramento.
///Continuem ligados, nesse mesmo horário, nesse mesmo canal e um beijo a todos.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH VC CUMPRIU UM DOS MEUS SONHOS!!!! MENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirVocê pisou na calçada do olimpo rubro-negro, mas duvido que você tenha uma foto com nosso Zeus como eu tenho! Há!
ResponderExcluircaraca Ren to curtindo muito as suas aventuras! Tomara que tudo continue bem! Um beijo =*
ResponderExcluircontinuo acompanhando entusiasmado o seu relato. Gosto de como descreve a América latina - tantas vezes latrina -, deixando suas marcas: o humor, a rebeldia, a leveza e a irritante paixão rubro-negra. Quanto a isso, faço uma concessão a justa homenagem à conquista da “libertadores”. Mas times como aquele deixaram de pertencer a uma instituição, porque caíram em domínio público. O público que ama o futebol.
ResponderExcluirAlguém disse que “acontecimentos aconteceram alguma vez, ou quase aconteceram, ou não aconteceram nunca, mas tem uma coisa de bom; acontecem cada vez que são contados”. Continue contando. Continue fazendo os acontecimentos acontecerem.
Anne, há 15 anos, fiz uma viagem com a Rosane às Serras Gaúchas. Nos conhecêramos a pouco e ainda não éramos casados. Terminei a viagem apaixonado, mas preocupado. A Rô revelou-se inteligente, sensível, bonita e sensual, mas tinha um problema grave: tropeçava o tempo todo. Ela culpava a sandália (pouco provável já que não tinha salto e era confortável) ou o calçamento (o mesmo por onde todos passavam sem tropeçar). É um mistério até hoje sem solução. Como a paixão é cega, continuo acreditando que foram bons presságios, pois simbolizaram o impulso positivo da relação. E que impulsos! Em certas ocasiões, se não a segurasse pelo braço, partiria em disparada, com sérios riscos para quem caminhasse na frente. Sem falar no constrangimento. Imagine que terrível seria tirá-la dos braços (ou das costas) de um gaúcho. Pensando bem, os gaúchos corriam pouco perigo. O mais provável era atingir um argentino ou um japonês, provocando um incidente internacional.
O relato do Renan me fez voltar a pensar em hipóteses para tropeções. No seu caso: 1ª) Como vascaína fanática, pode estar reproduzindo os tropeços do time no final do campeonato. Não fique triste. Imagine apenas que se fosse botafoguense correria risco de morte. 2ª) A convivência com o Renan está fazendo você desaprender a andar. Depois conto em detalhes o problema de sincronia dele com as longas pernas, com o agravante de ter uma atração especial pelos pés alheios: pesava ou tropeçava em todos. 3ª) Passar pelo “portal” e, simultaneamente, pelos “caminos de Darwin”, gerou uma crise evolutiva e você perdeu momentaneamente a capacidade de fazer a seleção natural de onde pisar. A única vantagem de trilhar esse caminho é que ao final todos se transformam em botafoguenses. É o fruto da seleção natural, e não há criacionismo que dê jeito nisso.
Suprema maldade: ontem comi feijoada no almoço.
Beijos
Oi nan!!!Seu blog ta realmente mt mt mas mt bom mesmo,além de conter mt informação interessante ta mt ENGRAÇADO!!(_Renan clama por feijão!)Estou com muita saudade(n se preeucupa n eu n vou te bater se vc me ligar de vez en quando :P)Vc deve ta se divertindo mt né?Aposto q vc perdeu no bate bate(brincadeira!)As fot0os tão mt lidas.Como vc e Anne são fofos juntos!CUIDADO se n vcs se afogam em tanta fofura!!!Me mande notícias!
ResponderExcluirBjj
Ps:Maldito blog sem paragrafo!
Pss:Mamãe mandou um beijo!
Incríveis relatos e encantadoras histórias, meus queridos! hahahahaha Diga a Anne que o Jonatan mandou um beijo e boas férias pela América Latina, ela me deu aula de geografia no pré-vestibular, quando eu ainda nem sonhava em entrar pra História...!
ResponderExcluirÉ isso! Muitos encontros e alegrias, em breve também terei os meus! haha
"Especificamente no Portal de Ciudad Vieja venta mais forte que no resto da cidade e de forma constante. Claro que isso tem uma explicação lógica: Ao entrar em Ciudad Vieja você ultrapassa um portal espaço-temporal que fica no meio termo do passado, presente e futuro. O vento forte é nada mais nada menos que a força dos espíritos guerreiros do passado em confronto constante com os soldados do futuro. Contra fatos não há argumentos,... "
ResponderExcluirQ viagem!!! uahuhahuauahhua... Mais seus relatos estao ficando mais interessantes... menos pelos guerreiros... hahahaha
Aproveite cada dia!
Carpe Diem!
abs
Moleque, eu até estava disposto a te seguir nesta aventura fantástica mas, daí você começou com essa coisa de "framengo" e complicou tudo. Ainda bem que a Anne está aí para equilibrar tudo. Como você diz, é brincadeira, estamos curtindo tudo que você relata (como só você sabe fazer) e todas as fotos realmente muito legais. Vcs estão fazendo a viagem dos sonhos de muita gente e, com um impressionante olhar cultural, que poucos têm. Continue nos brindando com suas histórias. Eu só acho que vc deveria aliviar um pouco o Kiko. Caraca, vc o sacaneia um dia sim e o outro também. Beijão pra vcs.
ResponderExcluirPS. Se vc encontrar algum outro templo do futebol onde o "framengo" tenha se dado bem, mostra pra nós, tá legal? Quem sabe na Argentina?
Hehehehe muito bom galera,poxa to lembrando da viajem que fiz pro uruguay foi muito menos divertida, mas muito produtiva como a de vcs.
ResponderExcluirabraço a todos.